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DynAdmic e Triton Digital fecham acordo; Teads analisa percepção sobre fake news

No giro de notícias da semana: parceria entre DynAdmic e Triton Digital busca garantir brand safety na compra programática de áudio digital; estudo “In News We Trust”, da Teads, revela como as pessoas consomem notícias e evitam fake news no Brasil e no mundo.

DynAdmic e Triton Digital: compra programática de áudio e brand safety

A Triton, especializada em tecnologia e serviços para a indústria do áudio digital, e DynAdmic, private marketplace de vídeo online, acabam de anunciar uma parceria no Brasil. A integração da plataforma de compra programática de áudio digital da Triton Digital, a2x, com a DynAdmic, permitirá que marcas e agências veiculem publicidade em áudio hiper-segmentada e em ambientes seguros.

Com isso, a DynAdmic passa a disponibilizar aos anunciantes sua tecnologia exclusiva de reconhecimento de áudio, com intuito de garantir o brand safety e oferecer uma ampla variedade de inventário de áudio digital premium junto com a a2x.

“A Triton Digital compartilha nossa paixão pela inovação e nosso compromisso de conectar os anunciantes ao público de maneira significativa”, salientaram Stephane Bonjean e Bruno Champion, cofundadores da DynAdmic. “A amplitude do inventário premium com a marketplace a2x é incomparável, e esperamos ajudar nossos anunciantes a aproveitar o poder desse meio crescente para aumentar o alcance e a eficácia de suas compras programáticas”.

Já Benjamin Masse, diretor administrativo de desenvolvimento de mercado e estratégia da Triton Digital, destacou a importância da parceria para fornecer aos clientes acesso a inventários altamente segmentados dos principais publishers de áudio do mundo. “Todos ganham com anúncios direcionados, pois melhoram muito a experiência para o público e resultam em maior rendimento para os anunciantes.”

In News We Trust: estudo da Teads analisa percepção sobre fake news

No Brasil, a pulverização das fake news aumentou em 90% a probabilidade de as pessoas procurarem notícias em sites confiáveis e de qualidade, sendo que a média global é de 75%. É o que mostra a pesquisa “In News We Trust”, apresentada pela Teads esta semana, um alerta para a publicidade digital sobre as consequências da disseminação de notícias falsas e seus impactos no brand safety: mais de 45% dos entrevistados afirmam que a qualidade do conteúdo é a  principal característica que influencia a lembrança de um anúncio.

O estudo buscou compreender as atitudes e as tendências sobre o consumo de notícias e a publicidade, em meio ao aumento das notícias falsas, chamadas de fake news. Dentre os 16 mil consumidores de oito países, dois mil deles são respondentes do Brasil.

“Agora, mais do que nunca, os leitores precisam dos publishers para consumirem reportagens de qualidade de fontes confiáveis”, enfatizou Luis Resola, Diretor de Publishing da Teads para América Latina. “Esse estudo valida que os anunciantes devem continuar a abraçar as notícias como uma maneira de associar a sua marca à um ambiente de conteúdo autêntico e relevante”.

No geral, o levantamento revela que o consumo de notícias desempenha um papel fundamental na vida dos leitores que, em sua grande maioria, procuram este tipo de conteúdo entre uma e cinco vezes ao dia, usando principalmente a internet.

No Brasil, cerca de 79% dos entrevistados afirmam estar fortemente atentos às notícias online, enquanto a televisão retém a atenção de 69% deles. Questionados sobre a relação com a publicidade, 51% estão atentos aos anúncios online e apenas 34% reparam nos anúncios impressos.

Globalmente, as redes sociais são consideradas a fonte menos confiável de notícias, bem como de consumo de publicidade e conteúdo de marca. Apesar de representarem uma boa fonte de notícias para 62% dos entrevistados, apenas 11% deles confia no que lê nas mídias sociais, seja anúncio ou conteúdo.

Eles também acreditam que notícias publicadas em sites de relacionamento são sensacionalistas (28%) e falsas (26%), enquanto que as publicações de notícias em publishers de conteúdo são informativas (35%) e precisas (22%). Os brasileiros também compartilham da opinião que notícias publicadas nas redes sociais são sensacionalistas (30%) e falsas (19%), enquanto o conteúdo dos portais é considerado informativo (48%) e preciso (15%).