Alguns destaques do ATS Paris 2014

Quem acompanhou a hastag #ATSP14 no Twitter (siga-nos!) viu que entre os diversos temas discutidos no ATS Paris foram vídeo, mobile, atribuição, o case da Air France com equipe interna para programático, o Facebook Atlas… Separamos resumidamente alguns destaques do evento, que ocorreu na última quinta-feira (13).

Case: Air France

Sebastien Thomas, da área de display da AirFrance, compartilhou as experiências após internalizar a gestão de mídia programática e RTB em parceira com a Mikazi. Com isso, a empresa recuperou o controle de seus investimentos e aportes em mídia online.

Três pessoas gerenciam as campanhas RTB, enquanto quatro fazem a interface entre diferentes países. A criação de sua “brand trading desk” teve como objetivo adquirir mais transparência para controlar dados, budget, além do rápido acesso a novas tecnologias.

De acordo com ele, hoje, de 15% a 20% do tráfego da companhia aérea é gerado via smartphones, mas a conversão é muito baixa — ainda feita majoritariamente no desktop.

Facebook e Atlas

O Facebook também falou do Atlas, comentado durante a divulgação dos resultados. A compra do ad server Atlas, da Microsoft, custou US$ 300 milhões e gera muita expectativa no mercado.

Francois-Xavier Pierrel, líder regional do Facebook para o sul da Europa, defendeu o compromisso de que a plataforma deve ser “agnóstica”, flexível e centrada no usuário. A promessa, segundo ele, é que o Atlas resolva o problema do cross-device, ligando o desktop ao mobile.

“O que nós não vamos fazer com o Atlas é enviar dados de volta ao Facebook, da mesma maneira que não dizemos aos anunciantes quem as pessoas são. Qualquer momento em que obtivermos informações do Facebook, estamos servindo anunciantes, e o para nós, o Facebook é apenas mais uma empresa”, disse. Ele não quis comentar sobre os boatos de que o Facebook estaria construindo sua própria DSP.

Dados

Alguns dados interessantes apresentados nos painéis:
– Dos 20 maiores aplicativos de publishers em todo o mundo, 18 são nativos, ou seja, nasceram já aplicativos e não são fruto da criação de um veículo web.

– 78% das organizações tem pouco (ou nenhum) conhecimento de Big Data (IponWeb)